BlogAKI

Finaciamento Coletivo

26/04/2012 - 15h51

Empresas usam (e abusam) da coletividade

Um pouco diferente do crowdfunding (financiamento coletivo), o crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e o conhecimento coletivos – e geralmente voluntários – para criar um novo produto ou tecnologia, entre outras coisas. Um bom exemplo é a Wikipédia, cujo conteúdo é produzido por várias e várias pessoas em todo o […]

Um pouco diferente do crowdfunding (financiamento coletivo), o crowdsourcing é um modelo de produção que utiliza a inteligência e o conhecimento coletivos – e geralmente voluntários – para criar um novo produto ou tecnologia, entre outras coisas. Um bom exemplo é a Wikipédia, cujo conteúdo é produzido por várias e várias pessoas em todo o mundo. De qualquer forma, os dois conceitos exploram a fundo a ideia de coletividade.

E agora, essa ideia está chegando também às marcas.  Por exemplo: a Citroen lançou este mês o CitroenC1 Connexion, um projeto que pretende criar um novo carro com a ajuda dos internautas. A empresa está usando a plataforma do Facebook para – basicamente – perguntar ao consumidor: como você quer este carro?

Além de gerar um buzz pela web, essa é uma tática que faz com que o consumidor sinta-se realmente integrado, parte da empresa.

Mas uma empresa pode usar o crowdsourcing para criar uma empatia com o público de maneira diferente. A Eastpack, uma marca fabricante de mochilas, reuniu 130 designers de todo o mundo para confeccionar mochilas únicas e personalizadas, cuja venda seria repassada para instituições que combatem a AIDS.

 

 

Esta é só mais uma amostra do grande poder da coletividade: usar o trabalho coletivo e retorná-lo à sociedade.